GESTÃO FINANCEIRA & PLANEJAMENTO

NOSSO OBJETIVO É ORGANIZAR AS INFORMAÇÕES FINANCEIRAS PARA QUE ESTEJAM CLARAS E VISÍVEIS PARA TOMADA DE DECISÕES.

A Importância da Classificação de Receitas e Despesas no Negócio

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A base da gestão financeira de qualquer negócio é a classificação de receitas e despesas, no entanto, muitos ainda fazem o lançamento de forma incorreta.

E isso é fundamental para garantir a própria saúde financeira da empresa, ajudar na tomada de decisões, pensar em outras estratégias, tudo com o objetivo de trazer mais resultados e lucratividade.

Se você está abrindo um negócio agora, ou mesmo se já tem um, vale a pena dar uma olhada nas dicas que preparamos, e assim, vai entender tudo o que precisa saber sobre classificação de receitas e despesas.

Receitas X Despesas: entenda as diferenças

Antes de falar na classificação propriamente dita, é importante ter uma ideia mais clara do que são receitas e despesas, pois assim vai ficar mais fácil na hora de você colocar em prática.

Então, como o nome já sugere, receita é o que entra na empresa, seja pela venda de produtos, serviços, enfim, o valor que a empresa recebe de acordo com a sua atividade.

No entanto, é preciso fazer o cálculo correto, caso contrário, o gestor fica sem saber qual é o lucro exato.

Para você entender melhor, existem vários tipos de receitas, e as principais são:

  • Receita bruta: é todo o valor recebido da venda de produtos ou serviços;
  • Receita líquida: é a receita bruta já tirando os impostos, descontos, etc.

Por outro lado, despesas se referem àquilo que sai para que o negócio funcione.

Por exemplo, aluguel, folha de pagamento, contas de luz, telefone, impostos, além de despesas eventuais, que não estão previstas no planejamento financeiro.

Portanto, é essencial para uma gestão financeira eficaz que você saiba quanto tem que pagar e quanto vai receber.

E mais do que isso, conhecer em detalhes de onde vem o dinheiro e para onde ele vai.

Só assim é possível conhecer a realidade financeira do negócio e pensar em estratégias para promover seu crescimento e lucratividade.

Como fazer o lançamento correto?

Para fazer o lançamento correto, é indispensável fazer um levantamento de todos os setores da empresa, isto é, as receitas, custos e despesas de cada um.

Os custos se referem às saídas relacionadas com a produção, seja matéria-prima, mão de obra, compra de um determinado equipamento, etc.

Quando você consegu separar uma despesa de um custo de produção, por exemplo, você consegue avaliar se vale a pena ou não produzir aquele determinado produto.

No que se refere às contas contábeis, o lançamento deve ser feito assim:

  • Ativos: bens e créditos da empresa, como máquinas, ativos financeiros, imóvel, etc.;
  • Passivos: deveres e obrigações, como empréstimos, financiamentos, pagamento de fornecedores, entre outros;
  • Receitas: valores recebidos, por exemplo, venda de produtos, juros recebidos;
  • Despesas: tudo o que sai, como folha salarial, pagamento de terceiros, compra de matéria-prima.

Ao fazer esse lançamento, permite ao gestor uma melhor análise de toda a situação, o que auxilia na elaboração de um plano de contas mais eficaz.

Quais os impactos para o negócio

Você sabia que muitas empresas que acabaram fechando suas portas foi porque não classificaram suas receitas e despesas?

Ou seja, a falta de organização financeira.

É fundamental acompanhar de perto os custos, projetar a margem de lucro, pensar em investimentos, enfim, tudo para gerar mais lucratividade.

E isso você só consegue sabendo quais são as receitas e despesas.

O objetivo de qualquer negócio é o lucro, o qual é obtido através da seguinte equação: Receita – Despesa = Lucro.

Só que o resultado dessa conta pode ser negativo, o que significa prejuízo. E se a situação não for contornada a tempo, isso pode levar inclusive ao fechamento da empresa.

Dicas para fazer classificação de receitas e despesas

Para facilitar o seu trabalho, separamos aqui algumas dicas para fazer a classificação de receitas e despesas:

1.Organização das receitas e despesas

O primeiro passo é separar as receitas e despesas, que pode ser feito por meio de uma planilha do Excel, um software específico ou até mesmo um caderno.

Na verdade, isso pode variar de gestor para gestor, mas a ideia aqui é que todos esses lançamentos sejam registrados.

Hoje, existem muitos softwares de gestão financeira que otimizam todo esse trabalho, o que facilita muito a visualização e consequentemente, a tomada de decisão.

2.Fazendo o controle diário

É importante fazer o registro de todas as receitas e despesas regularmente, sendo o ideal é fazer todos os dias.

Por exemplo, todas as transações bancárias diárias, como saques, transferências e depósitos recebidos.

Ou seja, todas as entradas e saídas para aquele determinado dia.

No final, você terá o resultado de todas as movimentações diárias e o que entrou e saiu em um período X.

3.Classificando as receitas e despesas

Você já viu acima a diferença entre receitas e despesas, mas vale a pena relembrar, e ainda vamos incluir outros dados nessa classificação:

  • Receitas: venda de produtos ou serviços, juros com aplicações, etc.;
  • Custos: custos com matéria-prima, equipamentos, por exxemplo;
  • Despesas: aluguel, conta de telefone, tarifas bancárias, etc;
  • Gastos não operacionais: não estão previstos no orçamento, mas necessários à continuidade das atividades, como o conserto de uma máquina;
  • Investimentos: é algo que poderá trazer um retorno futuro para o negócio, por exemplo, um equipamento mais moderno.

Com essas dicas, você consegue categorizar melhor todos esses itens, sempre pensando em promover a sustentabilidade do negócio.

Por que é importante fazer essa classificação?

Principalmente para saber que decisão tomar quando algo sair do que previsto no seu planejamento financeiro.

Dessa forma, é possível monitorar o fluxo de caixa e adotar estratégias de forma a garantir a sustentabilidade do negócio.

Lembrando que a chave da gestão financeira está em acompanhar as entradas e saídas.

Com base nessa classificação, o gestor é capaz de definir o capital de giro, programar pagamentos e recebimentos, reduzir despesas, e assim permitir a sobrevivência do negócio.

Além disso, ao organizar e classificar cada uma das receitas e despesas, o gestor consegue administrar melhor os recursos da empresa, a fim de maximizar os lucros do negócio e otimizar os gastos.

GFinanças

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